Por Joyce Kelly Costa Silva (CEPRIR) Resenha de livro SMITH, Amy Erica. Religion and Brazilian Democracy: mobilizing the people of God. Cambridge: Cambridge University Press, 2019. Joyce Kelly Costa Silva [Esta resenha foi publicada originalmente em: Revista Sul-Americana de Ciência Política, v. 7, n. 1, 105-108. ] Atualmente, entre as diversas perspectivas pelas quais a democracia brasileira pode… Continuar lendo Resenha: “Religion and Brazilian Democracy: mobilizing the people of God” de Amy Erica Smith
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Lançado o livro “Sexto Continente: Da Hostilidade ao Ágape”
O Centro de Estudos em Política, Relações Internacionais e Religião (CEPRIR) tem a alegria de lançar o livro "Sexto Continente: Da Hostilidade ao Ágape", de autoria do Professor Doutor Fábio Régio Bento. O livro é o primeiro lançamento do Centro, e está disponível gratuitamente para download, no formato e-book, em .pdf, pelo endereço abaixo, ou… Continuar lendo Lançado o livro “Sexto Continente: Da Hostilidade ao Ágape”
O ambíguo conceito de ‘fundamentalismo’ religioso
O rótulo fundamentalista é amplamente usado em reportagens religiosas, mas pode ser uma descrição simplista que sugere semelhanças entre grupos muito diferentes que abrangem tradições e gerações. É preciso considerar o surgimento histórico do rótulo na América protestante, seu uso difundido desde então e por que uma linguagem menos sucinta, mas mais precisa, deve ser usada ao descrever grupos religiosos.
Nacionalismo e Violência na Nigéria: muito além do Boko Haram
Antes de entender o Boko Haram, se faz necessário entender o contexto mais amplo da Nigéria. Trata-se de um país muito grande e diverso, e com muitas expressões religiosas para além do islã. Mais importante, a religião exerce um papel enorme no tecido social e nas relações na Nigéria. O norte é amplamente muçulmano, e o sul amplamente cristão, mas, obviamente, o cenário é muito mais complexo do que essa divisão binária. Entre os muçulmanos, há uma predominância sufista e salafista, mas também há pequenas comunidades xiitas. Há também minorias cristãs no norte. Mais ao sul, predominam o catolicismo e o anglicanismo. Também há islã no sul, e ao longo de todo país, há as várias expressões das religiões tradicionais - especialmente numa faixa central que eles chamam de Cinturão do Meio. á muitos conflitos violentos e tensões sociais na Nigéria. Normalmente eles são simplificados como puramente religiosos, mas, como o pesquisador deve perceber, tal simplificação nunca é verdade. Lá, as tensões também são manifestações de profunda desigualdade social e concentração de renda. Uma vez que, como apontado, a religião tem um papel importante, ela se mescla nos conflitos igualmente.
Resistindo à lógica colonial no pensamento cristão: um ensaio sobre o supersessionismo nos EUA
Por mais tentador que seja atribuir impulsos assassinos aos chamados tempos coloniais anteriores, os cristãos fariam bem em prestar atenção em como essa lógica continua a operar hoje no pensamento teológico e político.
Prefácio de “Frei Betto e o Socialismo Pós-Ateísta”
Qual é a função da religião e da religiosidade para a revolução? O quão autêntico, autônomo e inevitável é o papel do ateísmo para o pensamento marxista? De que forma os soviéticos absorveram e, de certa forma, realizaram uma autofagia da relação entre a religião e a luta de classes? Quais pensamentos foram preteridos e obscurecidos nesse processo, e como o pensamento leigo, ateu mas não ateísta, sobreviveu aos anos de glória do ateísmo soviético? A obra de Fábio Régio Bento tenta responder algumas dessas questões, trazendo à luz uma reflexão profunda sobre as novas dúvidas que surgem mesmo das respostas a tais provocações.
Separação entre igrejas ucraniana e russa mostra importância política do cristianismo ortodoxo
A recente decisão da Igreja Ortodoxa Ucraniana de se separar de sua contraparte russa depois de mais de 300 anos de ligação reflete não apenas o contínuo conflito militar entre os dois países nos últimos anos, mas também o importante papel político que o cristianismo ortodoxo desempenha na região.
Violência: a religião é o problema?
Em face do crescente extremismo religioso, é tentador culpar a própria religião pela violência e guerras que assolam o mundo. Mas isso é justo? Analisamos três livros que abordam e analisam essa questão altamente controversa.
As mega-igrejas e os mortos-vivos: interseções entre religião e política na Coreia
A península coreana, uma retrovisão moderna da tensão da Guerra Fria, há muito ajuda a moldar as relações internacionais no Leste da Ásia e além. Controlado pela capacidade nuclear de Kim Jong-Un, o recente acordo EUA-Coreia do Norte retornou a geopolítica da região ao foco internacional. O estudo das RI oferece múltiplas maneiras de analisar… Continuar lendo As mega-igrejas e os mortos-vivos: interseções entre religião e política na Coreia
A Contribuição Católica no pensamento para a Paz
"A ligação da religião com a violência em muitas configurações de conflito ao redor do mundo de hoje e uma releitura de tais vínculos feitos no passado, levou alguns a dizer que a ligação duradoura com a violência é uma fonte de legitimação da violência, em vez da sua resolução", como argumenta Robert J. Schreiter,… Continuar lendo A Contribuição Católica no pensamento para a Paz
