A relação entre neopentecostalismo e crime organizado no Brasil revela um fenômeno crescente, onde traficantes se autodenominam "traficantes de Jesus". Essa fusão entre religião e criminalidade transforma práticas na favela e legitima a violência, enquanto as igrejas emergem como centros de acolhimento. Essa dinâmica desafia políticas públicas e a laicidade do Estado.
